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Qualquer bike pode ser elétrica

Atualizado: 25 de Jan de 2019

Três austríacos, financiados pelo sistema CROWDFUNDING desenvolvem um kit simples capaz de transformar qualquer bicicleta comum em elétrica.











Bicicletas são um meio saudável e sustentável para se locomover, mas percorrer longas distâncias diariamente, ou encarar subidas muito íngremes, pode ser também bastante cansativo e prejudicial à rotina do dia-a-dia.

Sabendo que muitos #ciclistas de ocasião podem se sentir desencorajados de subir em uma bike por esse motivo, três empreendedores austríacos se uniram para produzir e vender o add-e, um dispositivo facilmente instalável que transforma a bicicleta comum em uma elétrica.

Bateria do kit em formato de garrafa térmica é acionada apenas com o girar da tampa. Mais de uma pode ser adicionada para prolongar o tempo de uso (Foto: Facebook/add-e)

Não é preciso ser nenhum engenheiro para instalar o kit, que pesa apenas dois quilos. Ele é composto de uma bateria, em formato de garrafa térmica, que dura até quatro horas, um motor de até 600 watts de potência (podendo fazer a velocidade chegar a 45 quilômetros por hora), e sensores sem fio que captam o movimento dos pedais. Se a bateria acabar, você voltará a ter a sua bike comum e basta continuar pedalando normalmente.


Fabian Gubtrod, idealizador do equipamento junto com Thomas Pucher e Tihana Pintaric, desenvolveu a primeira versão do add-e em 2015, financiado por uma campanha de #crowdfunding. Percebido o sucesso inicial, um novo financiamento foi solicitado no valor de 40 mil euros (R$ 170 mil) para expandir a produção e distribuição do add-e. A campanha, no entanto, superou as expectativas e conseguiu mais que o quádruplo do valor – R$ 754 mil.


“A razão do add-e ter se tornado tão popular por aqui, é ele ser extremamente leve e potente, além de compacto e poder ser usado em qualquer bicicleta”, diz Gubtrod no vídeo de apresentação do produto. Além disso, melhorias foram feitas, da primeira para a segunda versão, o que fez com que o barulho do equipamento fosse reduzido em 90%, tirando o único incômodo identificado pelos #usuários.

Agora, o add-e é vendido pelo site da companhia, além de distribuidores autorizados espalhados pelo mundo. Na América do Sul, há um na #Colômbia.

O kit custa a partir de 740 euros (R$ 3,1 mil). A nova versão, financiada pela segunda campanha de arrecadação de investimentos, estará disponível já no início do segundo semestre de 2019.


Fonte: revistapegn.globo.com

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